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- Devemos sacrificar o etomidato na sequência rápida de intubação? Editor: Lucas Silva, MD, MS, FABRAMEDE. Cenário Clínico Na sala de emergência, a residente de Medicina de Emergência, Dra. Santos, está discutindo com o emergencista experiente, Dr. Almeida, sobre o uso do etomidato como agente indutor durante a intubação de um paciente gravemente enfermo. Ambos estão avaliando as opções disponíveis para garantir uma intubação segura e eficaz. Dra. Santos argumenta que o etomidato é uma escolha preferencial devido à sua neutralidade hemodinâmica.
- Clássicos em Medicina de Emergência - Estudo SOAP-1 Editor: Lucas Silva, MD, MS, FABRAMEDE. Cenário Clínico Durante uma rotação na sala de emergência, a Dra. Lima, uma residente de medicina de emergência, e o Dr. Costa, um preceptor experiente, debatem sobre a realização de ultrassonografia beira-leito em pacientes vítimas de trauma abdominal e/ou torácico. A Dra. Lima expressa sua opinião de que a realização da ultrassonografia beira-leito pode não ser tão benéfica nesse contexto. Ela argumenta que, em sua experiência, a ultrassonografia muitas vezes não fornece informações adicionais relevantes, acrescentando tempo ao processo de atendimento e tratamento dos pacientes.
- Clássicos em Medicina de Emergência - Estudo DEVICE Editor: Lucas Silva, MD, MS, FABRAMEDE. Cenário Clínico Na sala de emergência, o Dr. Costa, um preceptor experiente, e a Dra. Lima, uma residente de medicina de emergência, debatem sobre o uso de vídeo-laringoscopia versus laringoscopia direta durante uma intubação. A Dra. Lima argumenta que prefere a laringoscopia direta, pois é a técnica que aprendeu durante a faculdade e com a qual se sente mais familiarizada. Ela acredita que consegue obter uma boa visualização das cordas vocais e realizar a intubação de forma eficiente.
- Clássicos em Medicina de Emergência - Estudo REACT-2 Editor: Lucas Silva, MD, MS, FABRAMEDE. Cenário Clínico Em uma sala de emergência movimentada, o Dr. Santos, um residente de medicina de emergência, discute com o Dr. Mendes, um preceptor experiente, sobre a realização da tomografia de corpo inteiro em pacientes vítimas de trauma com cinemática importante. Dr. Santos argumenta que a tomografia de corpo inteiro facilita o processo diagnóstico e decisório, permitindo identificar lesões ocultas e direcionar os cuidados de forma mais eficiente.
- Clássicos em Medicina de Emergência - Modelo Conceitual de Superlotação Editor: Lucas Silva, MD, MS, FABRAMEDE. Cenário clínico Residente de Medicina de Emergência (R) - “Preceptor, tenho observado que as emergências estão cada vez mais lotadas, e isso afeta a qualidade do atendimento aos pacientes. Existe alguma referência que possa nos ajudar a entender melhor esse problema?” Preceptor (P) - “Sim, essa é uma questão crucial. Recomendo a leitura de um artigo clássico que aborda o tema da superlotação nas emergências.
- Clássicos em Medicina de Emergência - Estudo CRASH-2 Editor: Lucas Silva, MD, MS, FABRAMEDE Cenário clínico O início do ano é sempre marcado por transições na hierarquia médica, com a entrada dos R1s e a saída dos R3s. No entanto, as situações que surgem nunca são repetitivas e os residentes se mantêm sempre alerta. Imagine-se em seu primeiro plantão, quando um paciente de 65 anos chega após ter sido atropelado por um carro. Como R1 da medicina de emergência, você identifica que o paciente apresenta sinais de choque, como taquicardia e hipotensão, e inicia sua avaliação primária.